Taxa e provedor

Como montar taxa no modelo custo + margem

PIX, cartão 1× a 12×, boleto, saque e reserva. A mesa do dono de gateway não é uma tabela copiada: é custo do provedor mais a margem que você decide por seller.

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Como montar taxa no modelo custo + margem

Tabela única para todo seller é preguiça de quem revende a tabela de outro. Quem opera a bandeira enxerga duas camadas: o que o provedor cobra de você, e o que você cobra do seller.

A camada de custo

Cada meio tem custo real: PIX, cartão à vista, 2× a 12×, boleto, saque, antecipação, chargeback. Esse número vem do contrato com o adquirente ou BaaS — não de um PDF genérico da plataforma. Se o custo muda, a mesa precisa acompanhar sem reescrever o core.

A camada de margem

Aqui mora o negócio. Seller estratégico pode ter margem menor no PIX e maior no saque. Seller de risco, o inverso e reserva mais longa. Infoprodutor de ticket alto não leva a mesma regra de e-commerce de R$ 47.

O painel de gestão do core já trabalha assim: custo + margem por seller, sem planilha paralela.

O que não misturar

Não esconda o saque na “taxa de sucesso”. Cash-out tem custo, alçada e liquidez próprios. Não prometa D+0 no comercial se a reserva come D+14 no contrato. O seller descobre, e você vira o gateway que ele queria abandonar.

Como apresentar isso na proposta

Mostre três sellers fictícios com mix diferente. Quem só manda uma coluna “a partir de” ainda está no jogo do reseller. Quem mostra a mesa, fecha com operação que já tem volume. Cadastro é para montar a mesa com o seu mix, não com o nosso.