Subconta por seller: dinheiro que não passeia no seu caixa
Cada seller opera em subconta própria, com extrato e reserva. A instituição é escolha sua. Linguagem de arranjo de pagamento, sem juridiquês de slide.
Misturar o dinheiro do seller no caixa da bandeira é o atalho que mais tarde vira problema de arranjo, de confiança e de conciliação. A estrutura correta é chata e clara: subconta.
O que o seller vê
Saldo dele. Extrato dele. Reserva dele, com data de liberação. Saque PIX saindo da subconta para a conta que o KYC aprovou. Ele não “espera o gateway reunir o bolo”.
O que você vê
Liquidez da operação, alçada de saque, reserva de segurança e o custo do cash-out. A margem de taxa continua na mesa custo + margem. O dinheiro de passagem não vira capital de giro informal.
A instituição é sua
A plataforma não casa com um banco. Integra a API da instituição que você contratar — a mesma lógica do adquirente. Segregação, rastreio e trilha são o recorte que a seção de integrações chama de aderência às regras vigentes. Isso não substitui advogado; organiza a operação para o advogado não ter que inventar o fluxo.
O que muda no comercial
Seller sério pergunta onde o dinheiro dorme. A resposta “na nossa conta e depois a gente repassa” perde para “na sua subconta, com reserva programada”. Quem já foi queimado por gateway que usou o float não volta. Construa o contrário desde o dia 1.