Dois níveis de marca: a sua e a do seller
White-label que para na sua logo perde o cliente que tem marca própria. O modelo que segura agência e e-commerce é o checkout no domínio do seller, com SSL e pixel dele.
Todo gateway promete white-label e entrega uma marca só: a sua. Quem você quer vender — agência, infoprodutor, loja com nome forte — recusa isso. O comprador final não quer ver “Pay de alguém” na hora do PIX.
Nível 1: a plataforma é sua
Site, portal do seller, gestão, API e docs no seu domínio. A palavra ApexPy não aparece. Paleta, SMTP e termos no seu CNPJ. Isso é o mínimo para você ser a bandeira.
Nível 2: o checkout é do seller
Cada seller aprovado configura logo, cor e domínio. O certificado sobe sozinho. O pixel (Meta CAPI, GA4, GTM) é da conta dele, sem misturar dados. A URL que o comprador lê é `checkout.lojadele.com.br`, não a sua e não a nossa. O detalhe de conversão está em domínio próprio no checkout.
Por que isso muda o seu comercial
Você deixa de vender “um gateway barato” e passa a vender infraestrutura de marca para quem já tem audiência. O argumento cabe em uma frase: o cliente final vê a loja. Nem a sua bandeira nem a ApexPy entram na página de pagamento.
Quem monta identidade de ponta a ponta — e-mail, 2FA, documento — usa o manual da marca como produto, não como “logo no canto”.
O que exigir na demonstração
Peça para abrir um checkout de seller com domínio apontado. Se a demo só muda a cor do header no domínio do gateway, você ainda está no nível 1 disfarçado. O programa que descrevemos na home é o nível 2 de verdade.